Arquivo de Agosto, 2013

Definindo o Criança Esperança em contra-partida com outras ações duvidosas da emissora de TV Globo:

Hipocrisia. Hipocrisia everywhere! Hipocrisia pra caralho!

Nenhuma rede de TV foi ferida durante esse texto / frases.

Só isso.

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Imagem meramente ilustrativa. O produto que pode ser bem pior (ou não…)

Como parte de um trabalho, eu venho aqui no meu blog pra fazer esse merchandising esperto de um produto altamente peculiar interessante e com um sabor de gororoba delicioso!

O produto em questão é um picolé de Coca-Cola.

Sim, você não ouviu (leu) errado! Um picolé de Coca-Cola!!

Sabe quando você está com aquela vontade de comer um picolé e beber Coca-Cola? Pois é, nem eu, mas esse produto que apresenta vários riscos à sua saúde inúmeros benefícios ao ser humano é uma ideia bem interessante para, no mínimo, ser desenvolvida!

É uma ideia ORIGINAL (pelo menos NUNCA vi ninguém ter e desenvolver essa ideia, a não ser que estivesse sob influência de alucinógenos pesados, não que isso tenha ocorrido no caso de nosso grupo, de maneira nenhuma, nós não somos os Beatles!)

O produto também apresenta uma grande chance de ESTOURAR com os jovens, principalmente, mas também há uma grande chance com um grande público em geral, como adultos e pessoas mais idosas, pois todos adoramos uma Coca! (Cola…) Assim como também há uma grande demanda por picolés e sorvetes, enfim, delícias congeladas, entre todas as idades.

Uma boa ideia para o slogan seria: “Juntamos as coisas que você mais ama! O seu jeito de dizer obrigado será comprando-o! Compre baton picolé de Coca-Cola!”

Como pode se ver, o slogan estimula um pouquinho o CONSUMISMO DESENFREADO, mas não é assim que fazem hoje em dia???

“Jogue o jogo conforme as regras, heheh.”

Então, anuncio o produto aqui e deixo vocês decidirem se sou um bom marketeiro ou não.

Para mais contatos sobre como obter essa inovação apetitosa, mandar uma mensagem para o e-mail cocadeliciageladinha@hotmail.com.

(Brincadeirinha…)

Um trabalho realizado para ETE João Luíz do Nascimento.

Turma: AD 111.

Professor: Luciano. Matéria: Empreendedorismo e Inovação.

Alunos: Adriel: Nº 1. Eu (Guilherme Carneiro): Nº 16. Matheus: Nº 29. Rogério: Nº 33. Wesley: Nº 41.

O meu muito obrigado a todos.

E tchaaaaaaau!!

O Homem de Aço luta contra o Computador Perfeito!

O Homem de Aço luta contra o Computador Perfeito!

Então, estou iniciando um novo quadro / segmento aqui no blog e de acordo com a receptividade do público (os meus fiéis 14 leitores, tá, exagerei! Os meus fiéis 11 leitores, no máximo), ele irá entrar na programação oficial do blog ou não.

O segmento / quadro se chama “BABACAnálise” (originalidade, cadê você?)  e se dividirá em: Cinema, TV, Livros e Quadrinhos, e por fim, mas não menos importante, Música.

Pois bem, essa semana começaremos com cinema e um filme mal compreendido pelo público em geral.

Superman III, de 1983.

Apesar de ser julgado como um filme mediano / ruim pelos críticos (que não aprovam quase nenhum filme e quando aprovam ainda há alguns erros que ninguém percebe, somente esses seres maravilhosos, sacou agora por que o nome é crítico?) e pelos fãs, achei o filme muito divertido e interessante, apesar de mudar um pouco o gênero para uma coisa mais comédia, mais familiar ainda do que os outros, apesar disso, o filme continua sendo maravilhoso.

Esse filme não deve EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA ser levado muito a sério, deve ser levado como um filme em um gênero diferente, com um diretor diferente, realizado em circunstâncias diferentes.

O filme começa com o Clark Kent indo trabalhar, numa cena de abertura de desventuras bem cartunescas e cômicas, onde ele tem de se transformar no Superman para salvar um senhor que bateu num hidrante, o que faz com que seu carro TOTALMENTE fechado seja inundado, totalmente campy style, heheh.

Uma das melhores transformações de Clark para Superman acontece logo no início do filme. Clark entra na cabine de fotos e se transforma no Super e por um momento esquece as fotos perto de uma criança e sua mãe que seriam os próximos a entrar na cabine, por sorte lembra, volta atrás, recolhe as fotos em que aparece como Clark e entrega pra criança uma de Superman. Hahah, way to go, Super!

Chegando no trabalho depois da breve aventura, ele descobre que Lois está de saída para Bahamas, aliás, a Lois está sempre ‘se dando bem’ (indo para Paris, etc) e o Clark fica em segundo plano, ou seja, na merda.

Continuando, ele também está de saída para Smallville, sua velha cidade natal, onde fará uma reportagem sobre a diferença entre Metrópolis e a mesma, levando consigo o repórter louquinho Jimmy Olsen. No meio da viagem, eles visualizam uma fábrica pegando fogo. O fotógrafo Jimmy tenta tirar umas fotos e acaba caindo e quebrando a perna. O Superman salva o dia usando seu ‘super sopro gelado’ num lago e transformando-o num gigantesco bloco de gelo, jogando-o do alto, assim dissipando-o e fazendo chover e apagar as chamas que poderiam provocar um grave acidente, já que haviam substâncias lá que não poderiam ser submetidas à altas temperaturas.

Em Smallville, há o reencontro de alunos na velha escola do Clark e ele encontra Lana Lang, primeiro amor de sua vida, uma mulher bonita com um filho e um marido alcoólico, Brad Wilson.

Clark sai para fazer piqueniques com Lana e o filho e acompanha ela de bem perto na parte mais romântica do filme. Piqueniques sempre se saem melhor com o Superman, sabia?

Enquanto isso, no outro lado do filme, temos a história de Gus Gorman, um homem constantemente desempregado, vivendo de auxílio desemprego, do qual é eliminado, pois nem eles toleram a tamanha ‘sem-vergonhice’ do sujeito, que da noite pro dia vira um gênio da informática que consegue fazer coisas inimagináveis até para experts com os computadores.

Seu primeiro ato em seu emprego é roubar os centavos que não são dados da empresa a ele e aos outros funcionários, o que lhe dá direito a 85 MIL DÓLARES EM BARRAS DE OURO QUE VALE MAIS QUE DINHEIRO (Mah oê, brincadeira, é em cheque mesmo).

O chefe vê sua genialidade e lá vão eles fazer malevolências. Para completar o grupo tem a irmã do chefe com cara de quem já morreu e não avisaram e a ‘massagista’ dele, a loira bonita que parece burra, mas na verdade é a mais inteligente, quebrando estereótipos e dando tapas na cara da sociedade! BURN!

O plano do chefe, acabar com as condições climáticas da Bolívia, dá certo no início, por meio de um computador operado por Gus, mas falha miseravelmente após Superman salvar o dia outra vez.

Aí Ross Webster (o chefe) fica puto!

Ele decide que vai acabar com o Superman com um pedaço de pedra do planeta natal do Homem de Aço. Ou seria uma kryptonita modificada? Isso não fica muito bem estabelecido no filme. Gus faz uma esquete de humor ao entregar a pedra ao Super, que começa a agir de forma estranha, liberando todos os desejos normais dos humanos, como flertar com as mulheres, não ligar muito para a vida das pessoas, enfim, ser um total mau caráter.

E isso leva a uma das cenas mais clássicas e fodásticas do Superman: A batalha no ferro velho! Ela é tão bem feita, tão bem executada que é uma das únicas coisas que salva o filme para os críticos de plantão.

Superman VS Superman. Fight!

Superman VS Superman. Fight!

A cena diferencia Clark do Superman e mostra que não, não são só os óculos que os separam, tem toda uma personalidade e toda uma atuação por parte de Chris já moldada, é épico e uma ‘bizarrice’ das boas. (Sacou a referência? Hahah!)

O final do filme traz um computador, o melhor e maior computador já construído pelo “vilão” do filme, Ross Webster (substituindo o grandioso Lex Luthor?) que luta contra o famoso Homem de Aço.
Nosso herói mostra que é inteligente e acaba com o computador ao levar ácido ou alguma substância do tipo consigo quando o computador o puxa. (A mesma substância que aparece no início do filme, na fábrica, e que não pode ser submetida à altas temperaturas. Eu consegui deduzir que ficar a uns 2 metros de um super computador que é uma grande fonte de altas temperaturas faz o líquido espirrar no computador e ele pifa de vez!)
Nosso Superman mostra também que muitas vezes não é preciso força física e sim ser inteligente e ágil nas ações para resolver os problemas.
(Pelo menos foi isso que eu captei pelo filme).
Também traz um efeito de “tecnologia perigosa e que pode se rebelar contra os seres humanos” já que o filme se passa no início da década de 80.

Lois volta pra última cena, só para fazer presença, e ficar com ciúme de Clark e Lana. Gus tem seu ‘final feliz’ e os outros três irmãos metralha (xD) vão para a cadeia. Superman como sempre voa em direção a novas aventuras, com a Terra ao fundo e o inconfundível sorriso clássico de Christopher Reeve.

PONTOS POSITIVOS / NEGATIVOS E RESULTADO FINAL:

POSITIVO: Minha cena favorita no filme inteiro, além do final FANTÁSTICO, é a cena da luta entre a parte boa do Superman e a parte má dele no ferro velho. Aquela cena teve uma atuação IMPECÁVEL de Christopher Reeve, interpretando ao mesmo tempo o Superman mau, um sujeito egoísta e malicioso e a parte boa do Superman que contém todas as suas virtudes e toda a ética e moral, interpretado e vestido como Clark Kent. PS: Essa cena me lembrou bastante a luta entre Superman e Bizarro.
O Bizarro bem que poderia ter sido incluído no filme… E é claro que o filme acerta ao mostrar mais de Clark Kent, uma nova caracterização do “bobão” dos dois primeiros filmes e o Superman mau, mostrando todo o talento de Reeve, um excelente ator.

POSITIVO: O personagem de Richard Pryor, Gus Gorman deu ao filme o efeito de Otis, o ajudante atrapalhado de Lex Luthor dos dois primeiros filmes (embora tenha aparecido apenas por uns 5 minutos no 2º filme), Pryor deu um banho de originalidade e ao mesmo tempo um tom cômico ao filme (sendo ele o que mais contribuiu para isso no filme).

NEGATIVO: Um PORÉM é a questão não resolvida de quem era o personagem principal daquela caceta, Gus Gorman ou Superman, pois alguns momentos deixam claro a liderança de Richard no filme e outros a de Chris Reeve, essa questão levantou tanta polêmica que esse filme ficou conhecido como “O filme de Richard Pryor com uma participação especial de Christopher Reeve, o Superman.”

NEGATIVO: O filme falha ao trazer a Lana Lang e deixar de lado a encantadora Lois e não concluir a paixão de Clark / Superman e Lois.
Será que o Clark a esqueceu tão rápido após ver a Lana (seu amor no colégio), depois de sei lá, um milhão de anos… ?
Essa pergunta fica no ar…

RESULTADO FINAL – POSITIVO: Filme cheio de boas atuações e efeitos especiais memoráveis que ainda me encantam, Superman III é um filme que você tem que conferir e que provavelmente não vai se arrepender dependendo de seu gosto, veja com as expectativas de um filme de comédia.
PS: Claro, tente primeiro ver os dois primeiros filmes antes de ver esse.

Nota do filme: 8,0.

PS: John Williams e sua música tema de Superman.
Ah, é sensacional.
Lembrando que ele criou também a música tema de Star Wars e Indiana Jones.
O cara é amazing!

Até a próxima!