CRESÇA, INOVE, ARRISQUE

Posted: 20 de Setembro de 2014 in Uncategorized

grande maioria das pessoas prefere e idolatra como se não houvesse amanhã coisas que deram certo, ao mesmo tempo em que cada vez mais desprezam ou simplesmente não dão atenção para novos empreendimentos e projetos. Isso é um fato inegável.

Não adianta querer teimar. Nem falando ou gritando aos ventos: “Você é burro, você é idiota! Você não vê que tá na hora de mudar…”. A pessoa continua sendo burra, continua sendo idiota, e você fica puto, mais puto, putão da cara, e decide escrever um texto pro seu blog esquecido.

O que acontece é que quando se percebe um cenário ideal para uma mudança, seja no que for, isso não PODE e nem DEVE ficar só no caderno e caneta, ou pior, só na cabecinha (na de cima, a menos que você seja um estuprador). É nesse exato momento que devemos tomar vergonha na fuça, falar: “Vamo, porra!”, e agir, inovar, empreender, pôr nossa ideia “revolucionária” (entre aspas por que… Porra, ideia revolucionária hoje em dia é tipo o meu ovo direito. Caído.) em prática.

O que há justamente de errado com as pessoas é que elas se prendem muito a uma questão ridícula de puro medo: Medo de inovar, medo de não dar certo, medo de ser um fracassado, medo de zombarem de você e principalmente medo de “sair da caixa”.

(O termo “out of the box” é um termo cunhado lá fora há um tempão e que é muito famoso, significa precisamente pensar diferente, processo que leva diretamente a inovação de determinada coisa).

E fica ainda mais difícil inovar e fazer coisas novas quando não se há o menor apoio em massa. Posso afirmar com toda certeza que a premissa de que “uma só andorinha não faz verão” é verdadeira. Atrelada a uma questão de tradicionalismo retardado e o medo de largar um suposto caminho mais fácil, com a garantia de um futuro pela frente, fica mais e mais difícil convencer alguém a sair do convencional e embarcar numa louca aventura, começar do zero e ver aonde isso vai dar.

É bom ressaltar que esse tradicionalismo todo não vai durar para sempre, ao contrário do que muita gente pensa. Tudo o que é tradicional, faz parte de um sistema e funciona há um bom tempo (lógico, d’oh!) acaba se tornando sucateado e desgastado uma hora ou outra.

E quando o sistema está sucateado, esse é o principal sinal de que é hora de renová-lo, inová-lo, enfim, mudá-lo de alguma forma.

Não me entendam mal, pensando que posso estar sendo hipócrita, de fato, talvez esteja.

O dito cujo que os escreve também odeia / tem pavor de passar por mudanças RADICAIS num âmbito mais PESSOAL. Vocês podem afirmar veementemente que estou sendo um hipócrita imbeciloide de merda, mas eu apenas me vejo reclamando / criticando a questão do medo, falta de inovação e perpetuação do tradicionalismo em um âmbito mais profissional e em outras áreas, que não a pessoal, embora possa ser aplicada a essa área também.

O que eu pretendo com esse texto não é pagar de pseudo-Augusto Cury fodão pica das galáxia, tampouco é te dizer como viver a sua própria vida, mas sim meio que induzir você a pensar que TODA a realidade tão natural a você pode mudar se você simplesmente ARRISCAR. Arrisque com aquela garota que você tanto gosta, arrisque fazendo aquele trabalho de uma forma diferente, arrisque dizendo as pessoas o que você realmente quer fazer e o porquê. (Contanto que não infrinja alguma lei ou sei lá, arruíne a vida de pessoas). Enfim, arrisque. Você vai perceber que sua vida pode sim mudar, que as coisas podem sim ficar mais interessantes, que tudo isso pode realmente mudar (tanto pra melhor quanto pra pior) se você apenas ousar fazer diferente do que todo o resto já faz ou fez.

E o título? O que crescer tem a ver com inovar / arriscar? Bom, meu caro amigo ignorante, crescer está diretamente relacionado com arriscar, e consequentemente, inovar. Quando você arrisca, quando você muda e se questiona o porquê de não fazer determinada coisa de forma diferente, e ainda tem a coragem e a ousadia de realizá-la desse modo, você aprende. Pode ser que você erre, falhe. O que não deixa de ser um aprendizado e provocar um amadurecimento em você. Você cresce com seus erros e acertos. E você deixa de ter medo. Se desprende das amarras do tradicional e do “caminho fácil” e se torna um empreendedor nato. E pra falar a verdade, não é isso que deveria ser a vida?

Deixo essa questão pra vocês responderem, e me desculpem por esse texto que mais pareceu um texto de pseudo-autoajuda fajuto, mas sinceramente, fiquei bem entusiasmado com a perspectiva de escrevê-lo.

Ah, mais uma coisa antes d’eu ir embora: Gostaria que pensassem sobre o texto, que foi diferente dos demais, geralmente no estilo opinativo-mandando-as-minhas-verdades-na-lata-e-apontando-o-dedo-na-sua-cara, esse foi mais estilo autoajuda mesmo e que antes de fechar essa aba e ir pra outra aberta no xvideos, que imaginassem por 16 segundos se alguma coisa nesse texto pode ser utilizável, aplicável à sua própria vida e até de algum modo ajudar a melhorá-la. Se sim, gostaria que me dessem o feedback daqui a um tempo me dizendo como estão. Se eu puder atingir 0,25% das pessoas que estão lendo esse texto, realmente atingi-las, bem lá no fundo, isso me deixaria muito alegre e orgulhoso.

Então, é isso aí, a gente se fala no próximo texto (que sabe-se lá quando vai ser escrito e publicado…), que deve voltar as origens, ou seja, opinativo, ácido e pseudo-humorístico (e idiota).

Até a próxima! Não se esqueça de comentar aqui embaixo o que achou. E tchaaaaaaau!

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Comentários
  1. Ficou bom, mas meu único problema com o texto é que eu não o acho aplicável na vida. O conselho de se arriscar nas coisas que você realmente quer é bom, mas não é só isso que uma pessoa precisa pra ser motivada. Todos sabemos que ousando e inovando é a forma de melhor mudarmos nossas vidas, mas o problema é que isso acaba em ceticismo, não indo a lugar nenhum…

    Claro que isso não tira mérito do texto, que ficou realmente bom 😀

    • Será mesmo???
      Bom, como eu fico indo e vindo entre a desesperança e esperança, não posso falar muito.
      E mesmo que você se renda ao ceticismo (devido a algumas falhas, eu suponho), ainda assim, no final disso tudo, você aprendeu alguma coisa.
      Nem que seja como não se portar ou agir, algo que possa ser aplicado “numa próxima vez”.
      Enfim, vlw por comentar.
      Abraços! =)

Discuta aqui, camarada!

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