Archive for the ‘BABACAnálise’ Category

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EU VOLTEI, CACETA!!

E voltei em grande estilo. Ouvindo Heavy freakin’ Metal!

E voltamos também com milhares de pedidos (mentira, só 4 pedidos. PS: O meu pedido vale por 4) com o nosso quadro mais famoso (nem de longe que isso é verdade…) “BABACAnálise”.

Vamos lá, hoje analisaremos o álbum Paranoid lançado pela banda Metallica em 2005.

Agora que só os posers continuam lendo o texto, vamos continuar.

O álbum Paranoico da banda Sábado Negro, uma banda de axé rock  constituída por João Miguel “Comorcego” Oz Born in the U.S.A. nos vocais, Guilherme Tomás Uai’d na bateria, Antônio Frank Aguiar “Tony Montana Dedos Mágicos” Aiounmi (Wyoming) na guitarra e no teclado e Terêncio Miguel José “Geiser Arruda” Mordomo no baixo (esse foi o último álbum dele com o grupo pois o mesmo era desprezado pelos seus colegas e era o único que tinha que tocar baixo.)

Nota mental: Puta, que piada de merda! Nunca mais fazer isso na sua vida!

O álbum foi o 6º álbum a ser recordado (from the english “recorded”) pela banda, tendo 9 faixas e sendo editado 6 vezes antes de ser lançado. Curiosamente, nas cópias dos álbuns, houve um incidente sobrenatural! A última faixa “My Holy Alliance with Jesus”, se transformou durante a impressão da capa de 9 para 6. Se formando assim o número 666. (The number of the beast! Um grande sucesso da banda The Beatles).

Segundo más línguas (ou seriam elas boas? Não sei. Nunca as provei. Mas se um dia provar, venho aqui para reportar o sabor), o incidente ocorreu por causa de uma faixa muito especial sendo deixada de fora.

A música “I Drink From the Devil’s Boobs” era uma faixa prometida pela banda para o próprio Lúcifer (Satã, Belzebu, Coisa Ruim, Chifrudo, Estrela da Manhã, Satanás, O Primeiro Corno, Anjo Negro, Causador de Todos os Males do Nosso Planeta, Bode Expiatório da Raça Humana, etc. Enfim…). Quando Lulu descobriu que a banda havia deixado a faixa de fora do álbum que originalmente se chamaria “Black Sabbath Acoustic, With Our Bandmate and Supreme Lord Lucifer” ele ficou #chateado e decidiu causar esse pequeno caos na hora da impressão. Lúcifer nunca mais possuiu Ozzy, tampouco ouviu Black Sabbath. Segundo fontes próximas, agora ele ouve Padre Marcelo Rossi. “É menos agressivo e me ajuda na hora que eu tenho que enfiar o tridente no cu de alguns religiosos hipócritas. Eles ficam mais calmos enquanto literalmente tomam no cu!”, declarou o Pai das Mentiras.

Mas chega de história chata e vamos as músicas:

Faixa 1 – “War Pigs” / “Porcos Guerreando”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. A história da música é a seguinte: No chiqueiro, começam a se espalhar boatos de um lado e de outro causando conflito. Líderes de facções porcas se confrontam e decidem por declarar oficialmente uma guerra no chiqueiro. Porcos inteligentes foram os que começaram os boatos e depois meteram o pé. No final, o fazendeiro intervém matando todos os porcos. Essa música é uma metáfora incrível para o nosso dia-a-dia. Os porcos inteligentes são os políticos, eles começam a guerra e se mandam e os líderes de facções porcas são todos os generais e envolvidos  que se orgulham do que chamam de “a nobre arte de guerrear”. No fim da música, acompanhada de altos solos que fariam seus ouvidos gozarem, Deus vem e julga os porcos da guerra. …And justice for all?

Faixa 2 – “Paranoid” / “Mamãe, Eu Tô Maluco!”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. Nessa música, o depressivo / drogado / bêbado / paranoico / insano / comedor de mamíferos Ozzy diz o porquê de sua vida ser uma total e completa merda. É a faixa que traz o feel emo ao disc, miguxo. s2 Fiquei preocupado após me identificar com a música, mas depois desencanei. É uma excelente música para quem está se suicidando ou quer se suicidar ou sente vontades frequentes de comer um morcego ou simplesmente pra quem tá cagando. Quer dizer, 3 minutos, se encaixa perfeitamente com seu “ciclo dejetátivo”. (Essa expressão não existe, espero que você saiba disso. A palavra “dejetátivo” também não é real. Não a use em redações no ENEM ou concursos pra entrar em escolas técnicas).

Faixa 3 – “Planet Caravan” / “Planeta do Ozzy Pseudo Filósofo”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. (Sério, você não percebeu ainda que eu vou escrever isso pra todas as músicas?) Essa música reflete uma viagem que o Ozzy teve quando ingeriu uma grande quantidade de LSD. Pensando que essa era sua última viagem, ele decidiu escrever uma música pseudo filosófica e intelectual sobre a vida, o universo e tudo mais de forma rápida, tudo isso enquanto tava no chão tendo overdose. Realmente tocante.

Faixa 4 – “Iron Man” / “Marvel de Cu é Rola, Nosso Homem de Ferro é Vid4 Lok4”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. (Acho que você já pode parar de ler essa parte, pelo nosso bem. Você fica se frustrando e depois faz mimimi no meu ouvido e eu não tô afim…) Homem de Ferro. Herói arrogante ou o mal encarnado? Segundo Black Sabbath, a segunda opção é melhor que a primeira. O Iron Man do Black Sabbath é sanguinário, age como uma bicha depressiva e não se importa com você, de fato, ele é tão inteligente que vai lhe salvar primeiro, para ganhar sua confiança e depois te matar. Ele está mais pra lá do que pra cá e também é rancoroso. Chupa essa, Marvel!

Faixa 5 – “Electric Funeral” / “Thunderstruck II: O Velório do Presunto”

Essa faixa é composta por um baixo primordial executado por Geiser Mordomo. A bateria a cargo de Guilherme Uai’d se mostra eficaz a promover um som realmente pesado na atmosfera. A guitarra e tudo o mais garantem um som de metal pesado. (Você pensou que eu não ia bancar o troll após ter te falado pra não se frustrar com a primeira linha e pular ela? Hahah, se fodeu!)  Ok, então, a música é uma continuação de Thunderstruck de AC/DC, pois os membros do AC/DC tinham um DeLorean. A música é apenas mais uma sobre morte, trovões, mal, céu e inferno e destruição. Típico.

Faixa 6 – “Hand of Doom” / “A Mão do Destino Cai Sob Vossas Cabeças e Quebra Vossos Pescoços”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. (Huahahahahahah, eu sou do mal!) Essa música reflete o papel do Destino sobre os pobres humanos, meros mortais. Morte, destino e mais nessa canção “clichê”.

Faixa 7 – “Rat Salad” / “Salada de Ratos. Hmmm, Que Gostoso!”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo e  guitarra. Só isso. É um instrumental. O que você queria que eu falasse??!!

Faixa 8 – “Fairies Wear Boots” / “Eu Acredito em Fadas, Logo Sou Maluco. Ah, E Elas Usam Botas, É!”

Essa faixa tem uma excelente bateria, baixo, guitarra e vocal. Sendo a última faixa do disco convencional, fecha a estória com chave de ouro, com mais um maluco sendo apresentando pra nós, ah, e ele também é drogado. Típico das viagens de Ozzymandias.

Faixa bônus tirada da minha cabeça nessa postagem louca e zoeira:

Faixa 9 / 6 – “My Holy Alliance With Jesus” / “Minha Rola Em Aliança Com Jesus”

Essa faixa capta bem o sentido socioeconômico do mundo atual fazendo uma comparação com pactos com Jesus (ao invés do Diabo) e boquete. Realmente um bom trabalho evolutivo da banda que consagrou-se em início de carreira com clássicos como “Não Se Deprima” e “Pai, Afasta de Mim Esse Morcego”.

Faixa Bônus do Japão (Por que sempre no Japão tem faixas bônus desses artistas? Filhos da puta!)

Faixa 10 – “I Drink From The Devil’s Boobs” / “Eu Bebo Dos Peitos Do Diabo. Leite Faz Bem Pra Saúde, Sacomé…”

A lendária faixa perdida, mais pedida que os episódios semelhantes do Chaves e mais almejada que um beijo da Jennifer Lawrence, foi lançada SOMENTE no Japão (malditos xing ling!). A faixa contém vários palavrões e mensagens impróprias, além de controlar as mentes dos ouvintes e obrigarem eles a se alistarem no Illuminati, ah, quer dizer, no Exército. E você achando que o Tio Sam já era assustador o bastante… Realmente, uma grande homenagem a Satanás da banda!

E aí, gostaram do novo estilo do quadro? Total nonsense e zoeiro? Deve permanecer ou deve voltar ao estilo mais sério de Superman III? Vocês tem a palavra. Até a próxima! Abraços! =)

Guilherme ouviu o álbum, chorou, foi infectado com as mensagens subliminares e agora é um Illuminati. Heil Satan!

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O Homem de Aço luta contra o Computador Perfeito!

O Homem de Aço luta contra o Computador Perfeito!

Então, estou iniciando um novo quadro / segmento aqui no blog e de acordo com a receptividade do público (os meus fiéis 14 leitores, tá, exagerei! Os meus fiéis 11 leitores, no máximo), ele irá entrar na programação oficial do blog ou não.

O segmento / quadro se chama “BABACAnálise” (originalidade, cadê você?)  e se dividirá em: Cinema, TV, Livros e Quadrinhos, e por fim, mas não menos importante, Música.

Pois bem, essa semana começaremos com cinema e um filme mal compreendido pelo público em geral.

Superman III, de 1983.

Apesar de ser julgado como um filme mediano / ruim pelos críticos (que não aprovam quase nenhum filme e quando aprovam ainda há alguns erros que ninguém percebe, somente esses seres maravilhosos, sacou agora por que o nome é crítico?) e pelos fãs, achei o filme muito divertido e interessante, apesar de mudar um pouco o gênero para uma coisa mais comédia, mais familiar ainda do que os outros, apesar disso, o filme continua sendo maravilhoso.

Esse filme não deve EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA ser levado muito a sério, deve ser levado como um filme em um gênero diferente, com um diretor diferente, realizado em circunstâncias diferentes.

O filme começa com o Clark Kent indo trabalhar, numa cena de abertura de desventuras bem cartunescas e cômicas, onde ele tem de se transformar no Superman para salvar um senhor que bateu num hidrante, o que faz com que seu carro TOTALMENTE fechado seja inundado, totalmente campy style, heheh.

Uma das melhores transformações de Clark para Superman acontece logo no início do filme. Clark entra na cabine de fotos e se transforma no Super e por um momento esquece as fotos perto de uma criança e sua mãe que seriam os próximos a entrar na cabine, por sorte lembra, volta atrás, recolhe as fotos em que aparece como Clark e entrega pra criança uma de Superman. Hahah, way to go, Super!

Chegando no trabalho depois da breve aventura, ele descobre que Lois está de saída para Bahamas, aliás, a Lois está sempre ‘se dando bem’ (indo para Paris, etc) e o Clark fica em segundo plano, ou seja, na merda.

Continuando, ele também está de saída para Smallville, sua velha cidade natal, onde fará uma reportagem sobre a diferença entre Metrópolis e a mesma, levando consigo o repórter louquinho Jimmy Olsen. No meio da viagem, eles visualizam uma fábrica pegando fogo. O fotógrafo Jimmy tenta tirar umas fotos e acaba caindo e quebrando a perna. O Superman salva o dia usando seu ‘super sopro gelado’ num lago e transformando-o num gigantesco bloco de gelo, jogando-o do alto, assim dissipando-o e fazendo chover e apagar as chamas que poderiam provocar um grave acidente, já que haviam substâncias lá que não poderiam ser submetidas à altas temperaturas.

Em Smallville, há o reencontro de alunos na velha escola do Clark e ele encontra Lana Lang, primeiro amor de sua vida, uma mulher bonita com um filho e um marido alcoólico, Brad Wilson.

Clark sai para fazer piqueniques com Lana e o filho e acompanha ela de bem perto na parte mais romântica do filme. Piqueniques sempre se saem melhor com o Superman, sabia?

Enquanto isso, no outro lado do filme, temos a história de Gus Gorman, um homem constantemente desempregado, vivendo de auxílio desemprego, do qual é eliminado, pois nem eles toleram a tamanha ‘sem-vergonhice’ do sujeito, que da noite pro dia vira um gênio da informática que consegue fazer coisas inimagináveis até para experts com os computadores.

Seu primeiro ato em seu emprego é roubar os centavos que não são dados da empresa a ele e aos outros funcionários, o que lhe dá direito a 85 MIL DÓLARES EM BARRAS DE OURO QUE VALE MAIS QUE DINHEIRO (Mah oê, brincadeira, é em cheque mesmo).

O chefe vê sua genialidade e lá vão eles fazer malevolências. Para completar o grupo tem a irmã do chefe com cara de quem já morreu e não avisaram e a ‘massagista’ dele, a loira bonita que parece burra, mas na verdade é a mais inteligente, quebrando estereótipos e dando tapas na cara da sociedade! BURN!

O plano do chefe, acabar com as condições climáticas da Bolívia, dá certo no início, por meio de um computador operado por Gus, mas falha miseravelmente após Superman salvar o dia outra vez.

Aí Ross Webster (o chefe) fica puto!

Ele decide que vai acabar com o Superman com um pedaço de pedra do planeta natal do Homem de Aço. Ou seria uma kryptonita modificada? Isso não fica muito bem estabelecido no filme. Gus faz uma esquete de humor ao entregar a pedra ao Super, que começa a agir de forma estranha, liberando todos os desejos normais dos humanos, como flertar com as mulheres, não ligar muito para a vida das pessoas, enfim, ser um total mau caráter.

E isso leva a uma das cenas mais clássicas e fodásticas do Superman: A batalha no ferro velho! Ela é tão bem feita, tão bem executada que é uma das únicas coisas que salva o filme para os críticos de plantão.

Superman VS Superman. Fight!

Superman VS Superman. Fight!

A cena diferencia Clark do Superman e mostra que não, não são só os óculos que os separam, tem toda uma personalidade e toda uma atuação por parte de Chris já moldada, é épico e uma ‘bizarrice’ das boas. (Sacou a referência? Hahah!)

O final do filme traz um computador, o melhor e maior computador já construído pelo “vilão” do filme, Ross Webster (substituindo o grandioso Lex Luthor?) que luta contra o famoso Homem de Aço.
Nosso herói mostra que é inteligente e acaba com o computador ao levar ácido ou alguma substância do tipo consigo quando o computador o puxa. (A mesma substância que aparece no início do filme, na fábrica, e que não pode ser submetida à altas temperaturas. Eu consegui deduzir que ficar a uns 2 metros de um super computador que é uma grande fonte de altas temperaturas faz o líquido espirrar no computador e ele pifa de vez!)
Nosso Superman mostra também que muitas vezes não é preciso força física e sim ser inteligente e ágil nas ações para resolver os problemas.
(Pelo menos foi isso que eu captei pelo filme).
Também traz um efeito de “tecnologia perigosa e que pode se rebelar contra os seres humanos” já que o filme se passa no início da década de 80.

Lois volta pra última cena, só para fazer presença, e ficar com ciúme de Clark e Lana. Gus tem seu ‘final feliz’ e os outros três irmãos metralha (xD) vão para a cadeia. Superman como sempre voa em direção a novas aventuras, com a Terra ao fundo e o inconfundível sorriso clássico de Christopher Reeve.

PONTOS POSITIVOS / NEGATIVOS E RESULTADO FINAL:

POSITIVO: Minha cena favorita no filme inteiro, além do final FANTÁSTICO, é a cena da luta entre a parte boa do Superman e a parte má dele no ferro velho. Aquela cena teve uma atuação IMPECÁVEL de Christopher Reeve, interpretando ao mesmo tempo o Superman mau, um sujeito egoísta e malicioso e a parte boa do Superman que contém todas as suas virtudes e toda a ética e moral, interpretado e vestido como Clark Kent. PS: Essa cena me lembrou bastante a luta entre Superman e Bizarro.
O Bizarro bem que poderia ter sido incluído no filme… E é claro que o filme acerta ao mostrar mais de Clark Kent, uma nova caracterização do “bobão” dos dois primeiros filmes e o Superman mau, mostrando todo o talento de Reeve, um excelente ator.

POSITIVO: O personagem de Richard Pryor, Gus Gorman deu ao filme o efeito de Otis, o ajudante atrapalhado de Lex Luthor dos dois primeiros filmes (embora tenha aparecido apenas por uns 5 minutos no 2º filme), Pryor deu um banho de originalidade e ao mesmo tempo um tom cômico ao filme (sendo ele o que mais contribuiu para isso no filme).

NEGATIVO: Um PORÉM é a questão não resolvida de quem era o personagem principal daquela caceta, Gus Gorman ou Superman, pois alguns momentos deixam claro a liderança de Richard no filme e outros a de Chris Reeve, essa questão levantou tanta polêmica que esse filme ficou conhecido como “O filme de Richard Pryor com uma participação especial de Christopher Reeve, o Superman.”

NEGATIVO: O filme falha ao trazer a Lana Lang e deixar de lado a encantadora Lois e não concluir a paixão de Clark / Superman e Lois.
Será que o Clark a esqueceu tão rápido após ver a Lana (seu amor no colégio), depois de sei lá, um milhão de anos… ?
Essa pergunta fica no ar…

RESULTADO FINAL – POSITIVO: Filme cheio de boas atuações e efeitos especiais memoráveis que ainda me encantam, Superman III é um filme que você tem que conferir e que provavelmente não vai se arrepender dependendo de seu gosto, veja com as expectativas de um filme de comédia.
PS: Claro, tente primeiro ver os dois primeiros filmes antes de ver esse.

Nota do filme: 8,0.

PS: John Williams e sua música tema de Superman.
Ah, é sensacional.
Lembrando que ele criou também a música tema de Star Wars e Indiana Jones.
O cara é amazing!

Até a próxima!